Ela era
familiarizada com armas curtas como aquela, mas sempre preferiu a lança e seu
longo alcance. No entanto, sua vantagem no alcance se mostrava tão inútil
quando as investidas do ser com a espada. Isso se dava porque a criatura se
cobria com algo muito mais duro que couro por todo o corpo. “Metal” ela sabia. Segurou firme a haste
da lança e mais uma vez investiu com estocadas tentando acertar as juntas
despidas de armadura, mas dessa vez foi parada por um grande escudo de madeira.
Ele tentava se comunicar, mas num idioma estranho a ela. Encontrara-o durante a
caçada; tinha uma aparência semelhante à sua e de suas irmãs da tribo, mas
estava longe de ser igual. Os traços de seu rosto eram duros como pedra, e sua
forma não era nada elegante. Além disso exalava um odor muito mais forte e
estranho.
A batalha
perdurou minutos a fio em que nenhum dos dois conseguisse um ataque efetivo que
pudesse desempatar a situação. Cansaço e tensão foi o que levou o ser a
abandonar sua espada e investir apenas com o escudo para cima dela. Tomada pelo
espanto perante a reação inesperada, ela instintivamente golpeou com a lança, apenas
raspando no ombro da criatura que protegia o rosto com o escudo. Caíram os dois,
com ela dominada no chão pelo grande peso,
enquanto ele gritava coisas sem sentido.
Então um leve
zunido soou no ar, seguido de um hurro de dor do ser quando uma lança de
arremesso atravessou sua perna. Ela rapidamente se livrou de seu inimigo e acabou
por rendê-lo com sua própria lança, olhando furtivamente para os lados,
procurando sinal do intruso.
–
Raksha! – ela ouviu chamar, de uma silhueta que saía da mata fechada.
– Mãe!? – Raksha notou – o que faz aqui?
– Eu senti que sua demora não poderia ser algo bom, mas nunca poderia imaginar que haveria a mão deste homem maldito nessa história.
– Você o conhece? Isto? – Raksha perguntou intrigada.
– Ele é uma falha minha, naquele tempo eu não tive capacidade de matá-lo. – a mãe de Raksha refletiu – É o seu pai...
– Pai? – Raksha começava a irritar-se com a mãe – O que quer dizer? O que é ‘Pai’?
– Não importa, – respondeu sua mãe – mate-o.
Raksha hesitou Encarou a mãe por alguns segundos, então virou-se para o homem que bradava o que pareciam insultos e desavenças à mulher e enterrou a lança em seu pescoço, acabando com sua vida e concluindo o serviço malfeito de sua mãe.
Contos Inacabados
– Mãe!? – Raksha notou – o que faz aqui?
– Eu senti que sua demora não poderia ser algo bom, mas nunca poderia imaginar que haveria a mão deste homem maldito nessa história.
– Você o conhece? Isto? – Raksha perguntou intrigada.
– Ele é uma falha minha, naquele tempo eu não tive capacidade de matá-lo. – a mãe de Raksha refletiu – É o seu pai...
– Pai? – Raksha começava a irritar-se com a mãe – O que quer dizer? O que é ‘Pai’?
– Não importa, – respondeu sua mãe – mate-o.
Raksha hesitou Encarou a mãe por alguns segundos, então virou-se para o homem que bradava o que pareciam insultos e desavenças à mulher e enterrou a lança em seu pescoço, acabando com sua vida e concluindo o serviço malfeito de sua mãe.
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